Na juventude tinha tanta poesia. Tanta rima. Tanta pimenta e tanto açúcar. Era tudo vivo e era tudo cor. Nessa juventude não havia medo, só amor. E o que restou, um rosto raso e cansado. Uma voz falha e garganta seca. Um nó sem desato.
Na transição, minha, nossa, tua.
L.L.