E no meio das farsas do mundo a gente é feliz. No meio das xícaras de café de manhã a gente se encontra no olhar. No meio, leve interlavo de mãos grudadas que se despedem, somos saudade. Por entre as moedas que se vão e os maços de cigarro, isqueiros e fumaça, somos cumplices do escapismo da vida tão padronizada. No meio da noite escura somos olhos de gato, enxergando a alma um do outro.
L.L.
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