E quando nos deitávamos era mais do que falar, rolar e morrer de rir. Era um encontro de olhares que me fazia pensar que nunca estive tão feliz. Era uma coragem, um não sentir tão desconcertante que ingeríamos todo o mal sem medo de morrer. E eu queria viver bem, mudar meus hábitos mais prejudiciais para viver pra sempre e nunca perdê-lo. Não queria a intensidade só daqueles segundos, mas assim e toda a eternidade. E só conseguia imaginar um elo sem fim entre as mãos, fios de cabelo e as respirações. Quando voltei a mim ainda deitava no colchão, entendi que era o amor, que era ele, que era eu.
L.L.
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