E eu, que era tão forte e decidido, cai de joelhos, implorando, fique. E eu, que era egoísta e orgulhoso, me dei por inteiro, me deixei você me levar de mim.
E foi só te encontrar para tudo em mim mudar, e eu não havia percebido no começo a força e o poder que você tem sobre o meu ser.
Adoro me doar, sou grato por você me fazer sentir vivo. Sinto a respiração parar, o rosto ser pequeno demais para o sorriso, e o corpo insuficiente para produzir todas as lágrimas que quero chorar.
É tão forte a confusão que não consigo dizer linearmente meus pensamentos. Versos certos, prosas longas, não. Seu amor é meu dadaísmo.
L.L.
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