E a nossa relação se torna uma linearidade de paradoxos. Você deita, eu levanto, e encontro no caminho o arrependimento de levantar e te deixar e quando volto, você não está mais lá...sentou no sofá.
E eu me torno aficcionada pelas brigas só pra sentir depois o carinho que você faz na minha cabeça, aquele, sempre que você vem pedir perdão. E quando eu te olho eu sinto raiva e o maior amor do mundo, e digo que não aguento mais essa situação, tão contrária a paz, mas quando o despertador toca, lá estou eu, com o café pronto pra tomarmos juntos.
Mais um dia. E é um dia vivido por dia, uma construção não planejada. E ainda cremos que no fim, a arquitetura sairá de mestre.
L.L.
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