Há muito tempo eu não sei. Olho a mesa com pilhas de papéis, as roupas velhas, as meias encardidas, o dia nascendo e o tempo passando. Sou e não sei quem era. As unhas crescem, quebram, o café esfria e a bicicleta enferruja. Os cabelos caem, o rosto não tem mais expressão e os papéis pegam poeira.
Cheia de dúvidas, de dívidas.
L.L.
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