Ah,
minhas formas de escrever! Sou tampouco próxima
do que sou quando escrevo, sendo assim uma louca, chata, voz estridente
que desencanta (ou quiçá encantará) com o cabelo bagunçado. A graça está nesse
desatino: ser o que se é e o que se é ser tão diferente em dados momentos.
Aprendi com a língua inglesa a não usar duas palavras negativas na mesma frase,
assim me doso, me equilibro, sendo mesmo uma chatice das maiores ser requintada
o tempo todo, medindo o palavreado, ah! Para o inferno esses letrados que são
letrados o tempo inteiro!
L.L.
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